A Disseminação do Horror Midiático

Um dos possíveis temas da redação do Enem, é a disseminação do horror midiático pelo mundo, através da mídia, principalmente nas redes sociais e na televisão. Entretanto, ele não é tão comentado quanto aparenta. E é por isso que hoje, essa é a postagem do blog Antenados.


A mídia nos oferece diversos tipos de conteúdo, mas com o aumento da violência, o consumo de noticiários sobre ela também aumenta. Mas será que esse “horror midiático” influencia em nosso dia a dia? E por que continuam publicando? Quais efeitos são causados por elas?
 
Todos os dias somos bombardeados com inúmeras notícias, principalmente as que contêm imagens ruins, mas que teriam o dever de nos deixar chocados para então tomarmos alguma atividade. Mas os noticiários perderam essa função, pois foram banalizados ao longo dos meses. Nós nos acostumamos a ver os espancamentos, roubos, mortes, assassinatos. Tudo o que fazemos diante delas, é refletir durante alguns minutos. Já as imagens que transmitem a tristeza, fome e a falta de humanidade ao redor do mundo, apenas fazem com que valorizemos o que construímos e possuímos.





A parcela da população que toma alguma atitude ou faz alguma diferença por ter visto imagens chocantes é muito pequena. Logo, estamos “insensíveis” à exposição exagerada de horror das imagens. A mídia as publica, porque nós consumimos, nós damos ibope, assistimos, comentamos, compartilhamos. E no final, não há efeito positivo ou negativo. Nós não sentimos nada. 

A vida não é um “mar de rosas” e por isso, o intuito não é acabar com o horror no meio jornalístico e nas redes sociais, mas sim, educar e conscientizar as pessoas que compartilham e consomem esses materiais, a mudar alguma coisa em seu dia a dia. Conscientizar que, para mudarmos, não precisamos assistir notícias e ver imagens chocantes.



Texto: Thais Danielle
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